Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 15-12-2006

SECÇÃO: Opinião

ECOS DE BASTO

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E já lá vão 300 números!

Parece que foi ontem mas, já se passaram dezasseis anos e meio. São exactamente 300 números com o jornal que estais a ler neste momento! É verdade queridos e fiéis leitores! O tempo passa rapidamente!
Ao fazer uma reflexão sobre estes 300 números do Ecos de Basto que eu vi “nascer e desenvolver” por um grupo de pessoas que só querem o melhor para a sua terra, fico abismada com a evolução que sofreu ao longo dos anos. Quantas notícias importantes mexeram com os cabeceirenses. Umas mais alegres outras nem por isso. Refiro-me aos agradecimentos fúnebres mandados publicar pelas funerárias da nossa terra. Ao olhar os jornais um a um desde 15 de Julho de 1990 (primeiro número) e contarmos todos os falecidos até agora pode verificar-se que Cabeceiras de Basto sofreu grande devastação populacional. Embora Cabeceiras nesta última década tenha crescido lentamente em população, segundo informações estatísticas somos mais ou menos 18 mil habitantes ( já fomos 20 mil) com certeza, não nasceram tantos como os que morreram. Dai se conclui que estamos a ficar menos jovens.
O nº 1 em 15 de Julho de 1990
O nº 1 em 15 de Julho de 1990
Aparte os obituários o Jornal também tem tido destaque com as notícias das freguesias na rubrica “um concelho em acção” pela mão de José Lopes, “as vantagens comparativas” do Dr. José Costa Oliveira, “Associações Vivas” por Silvia Machado, “As nossas gentes”, pelo Dr. António Teixeira de Carvalho, os artigos que nos faz pensar e mexer com as nossas consciências do professor Joaquim Jorge Carvalho, a leccionar na EB, 2 e 3 do Arco de Baúlhe, as famosas crónicas e artigos do nosso querido professor e Historiador Alexandre Magalhães Vaz, que ultimamente devido a problemas de saúde não o tem podido fazer, a rubrica do “mais e do menos”, a página desportiva do professor Manuel Carneiro e muitos outros temas de grande utilidade para o leitor.
Tudo isto graças ao privilégio do nosso jornal ter excelentes e fiéis colaboradores, que vão mandando os seus artigos, quinzenal ou mensalmente, conforme a disponibilidade sem esperar nada em troca. Unicamente pretendem acompanhar, valorizar e divulgar as potencialidades da nossa querida terra. Sempre com temas actualizados, interessantes para todos os gostos literários. Acima de tudo é sempre no sentido de informar os cabeceirenses que estão cá na terra ou, por motivos profissionais fora dela, do que se vai passando pelo nosso concelho bem como nos concelhos limítrofes da Região de Basto.
A equipa que faz com que o Jornal chegue à mão do leitor
A equipa que faz com que o Jornal chegue à mão do leitor
Foi e continua a ser um jornal que acompanhou e divulgou ao longo destes últimos treze anos o progresso do nosso concelho. Procurou sempre agir dentro dos critérios e objectivos pelo qual se rege, usando sempre de neutralidade sem entrar em conflitos.
Como tal é um esforço muito grande manter um jornal como o Ecos de Basto em pleno funcionamento para atender às necessidades e anseios dos nossos estimados leitores. Só com os nossos leitores e assinantes e clientes da publicidade é possível levar a cabo este projecto. Valeram a pena estes 300 números! Fiquem certos que continuaremos a estar presentes nos momentos históricos de Cabeceiras e a registá-los com a nossa “objectiva”se Deus quiser!
Bom Natal e Feliz Ano Novo!

Por: Fernanda Carneiro

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