Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 30-04-2006

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Guerra de Listas terminou
Tribunal dá razão à actual direcção da CABASTO

A polémica sobre as eleições na CABASTO terminou vencendo o litígio a actual Direcção dirigida pelo Prof. Manuel Carvalho. O Tribunal Judicial de Cabeceiras de Basto julgou a acção interposta pelo Engº Gonçalo Meireles, Prof. Mário Leite, Nóbrega Moura, entre outros, que considerou “totalmente improcedente” e, em consequência, indeferiu a investidura dos requerentes nos órgãos sociais da CABASTO – Cooperativa de Desenvolvimento Agrícola de Basto, CRL, bem como os pedidos de entrega de instalações (e respectivas chaves), dos documentos e bens da cooperativa e o pedido de condenação dos requeridos a absterem-se da prática de quaisquer actos que impeçam ou perturbem o normal funcionamento da Cabasto e o exercício de funções por parte dos elementos eleitos na reunião realizada a 20/12/2004.

CABASTO - Cooperativa de Desenvolvimento Agrícola de Basto
CABASTO - Cooperativa de Desenvolvimento Agrícola de Basto
Com esta decisão, conhecida no dia 20 de Abril de 2006, chega ao fim um processo polémico que fez jorrar muita tinta na imprensa local e regional, pondo em causa e denegrindo a imagem desta cooperativa agrícola de Basto.
Em causa esteve o processo eleitoral destinado a eleger os novos corpos sociais para o triénio 2005/2007 da cooperativa, inicialmente agendado para o dia 20 de Dezembro de 2004. Recorde-se, que neste âmbito foram apresentadas duas listas, a A e a B, sendo que esta última não reunia as condições legais exigidas uma vez que o candidato a presidente da direcção [Gonçalo Meireles] era detentor de uma dívida à Cabasto, motivo pelo qual, e tendo em vista possibilitar a regulagrização da situação, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, António Pacheco, decidiu adiar a reunião e o consequente acto eleitoral para o dia 24 de Janeiro de 2005. Uma situação que não agradou aos proponentes da lista B, que, à revelia, realizaram as eleições, constituindo uma mesa “ad hoc” e auto sagrando-se vencedores, ao mesmo tempo que condenaram a decisão do Presidente da Mesa e consideraram o acto como “irresponsável, anti-democrático e passível de procedimento criminal” que uma vez interposto, conhece agora o seu desfecho e dá razão aos procedimentos adoptados pela direcção da Cabasto.
Assim, os orgãos sociais da Cabasto, legitimamente eleitos, e agora confirmados pelo Tribunal, são, Presidente da Direcção, Manuel António Oliveira Carvalho, Vice-Presidente, Domingos Ramos Pires e pelos vogais, José Francisco Pires Lima, António Alberto Pereira da Fonseca e Manuel António Ramos Pereira. Afonso Salvador Barroso e António Fernando Gomes Pacheco, ocupam os cargos de Presidente do Conselho Fiscal e da Assembleia Geral, respectivamente.

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