Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 28-05-2012

SECÇÃO: Cultura

Feira Medieval levou Cabeceiras de Basto à Idade Média

Presidentes da Câmara e Assembleia Municipal associaram-se ao evento
Presidentes da Câmara e Assembleia Municipal associaram-se ao evento
Cabeceiras de Basto viveu ao longo de três dias a primeira edição da Feira Medieval, uma iniciativa promovida pelo Município e que resultou num enorme sucesso, quer pela adesão de público, quer pelas iniciativas dinamizadas na vila do Arco de Baúlhe e na sede do concelho de Cabeceiras de Basto.
Mostra de armas, música e danças medievais, rábulas teatrais, demonstração de falcoaria, cuspidores de fogo, degustação de iguarias, exposição e venda de produtos tradicionais e ceia medieval foram as atrações desta primeira edição do evento que levou os Cabeceirenses até à Idade Média.
Malabaristas e cuspidores de fogo foram atração
Malabaristas e cuspidores de fogo foram atração
Dezenas de mercadores de vários pontos do país recriaram o ambiente medieval na Rua do Arco e na Praça da República, na sede da vila Cabeceirense, numa preparação para o cortejo e receção ao casal D. Nuno Álvares Pereira e D. Leonor de Alvim.
A Feira Medieval juntou dezenas de bancas com o mais diverso artesanato típico (peles, couro, latão, tamancaria), bijutaria, produtos hortícolas e fumeiro, doces e licores, mel, doçaria regional, broa e pão com chouriço, entre outros. Ao mercado não faltaram também as “revelações” e “adivinhações”, assim como uma exposição de armaduras e armas de cavaleiros medievais.
O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Eng.º Joaquim Barreto, participou na abertura da Feira Medieval na vila do Arco de Baúlhe, fazendo-se acompanhar pelo presidente da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe, Armando Duro, da administradora da Emunibasto, Dra. Fátima Oliveira, e pela diretora do Agrupamento de Escolas, Dra. Céu Caridade, o mesmo acontecendo na sede da vila cabeceirense.
Vista panorâmica da Praça da República
Vista panorâmica da Praça da República
Trajados a rigor e em verdadeiro clima da Idade Média, os comerciantes receberam a visita de dezenas de alunos do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto.

Ceia e cortejo animaram Praça
Bancas com produtos locais não faltaram ao certame
Bancas com produtos locais não faltaram ao certame

A Praça da República ‘vestiu-se’ à Idade Média com centenas de pessoas a aderir aos trajes e às danças num animado ambiente noturno que se viveu na noite de 12 de maio. Uma noite mística que ganhou fulgor com a adesão em massa dos Cabeceirenses, que não perderam a oportunidade de se associarem à festa.
Por entre danças e folguedos, ‘D. Nuno Álvares Pereira depois de casado com D. Leonor de Alvim’ visitou Cabeceiras de Basto, momento assinalado com um cortejo de receção aos noivos que teve lugar na Praça da República, centro histórico do concelho.
A Feira Medieval e cortejo constituíram o culminar de uma semana dedicada à cultura, à educação e à formação, que desde o dia 7 de maio promoveu momentos culturais distintos em diferentes espaços do concelho, direcionados não só para a comunidade escolar, mas para a população em geral, atraindo numeroso público.
Uma iniciativa que resulta de uma organização conjunta promovida pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, pela Emunibasto, pelo Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, pela Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, pelo Centro de Formação de Basto, pelo Externato S. Miguel de Refojos, pela Cooperativa Basto Vida/CLDS e pela CPCJ, entidades estas cuja colaboração o presidente da Câmara, Eng.º Joaquim Barreto, agradeceu publicamente.
Na oportunidade e acompanhado pelo presidente da Assembleia Municipal, Dr. Serafim China Pereira, pelos vereadores Dr. Domingos Machado e Francisco Pereira, pela administradora da Emunibasto, Dr.ª Fátima Oliveira, pela diretora do Agrupamento de Escolas, Dr.ª Céu Caridade, demais autarcas da freguesia e do Município, o edil, agradeceu igualmente aos mais de vinte mercadores que trajados a rigor trouxeram à feira o mais diverso artesanato típico da época.
O autarca agradeceu por isso, a todos os que direta ou indiretamente contribuíram para o êxito desta iniciativa.

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