Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 31-07-2007

SECÇÃO: Desporto

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COMPORTAMENTOS DO JOGADOR DE FUTEBOL

Depois de todos vermos o comportamento negativo da selecção sub 20 de futebol no mundial da categoria no Canadá.

MODELO DE JOGADOR:
Seria tão bom para o futebol em geral e Português em particular encontrar jogadores modelos de ética e de conduta, de desportivismo perante as derrotas e de moderação perante as vitórias. Infelizmente vê-se um pouco de tudo, muito longe do tolerável: cuspidelas, agressões, clara falta de respeito de quem vive da mesma profissão ou pratica o mesmo desporto.
Um jogador deve constituir, um modelo positivo para os praticantes mais jovens. Quantas vezes não são? Em quantas situações as atitudes de profissionais poderão até envergonhar os filhos? Por onde andam o respeito e a cordialidade, para com os adversários? O jogador não deve protestar com o árbitro, mesmo que considere as suas decisões erradas, o que infelizmente se vê todos os fins-de-semana nos estádios de futebol. O jovem atleta deve ter sempre em consideração de que um craque de futebol por muitas qualidades que tenha enquanto jogador, pode não as ter enquanto pessoa fora do futebol, por isso não devemos seguir todos os seus comportamentos.

Jogadores e o jogo:
O primeiro aspecto a reter e contemplado nas obrigações dos jogadores: Ser um modelo pela positiva, para os mais novos evitar a utilização de todas as formas de anti jogo.

Os jogadores e as leis do jogo:
Depois de ter um conhecimento das leis do jogo (o que nem sempre acontece) o jogador deve aceitar as vitórias e as derrotas com desportivismo, evitando excessiva exaltação.

Os jogadores e os adversários:
Respeito e cordialidade para com os adversários são os primeiros requisitos para quem quer aceitar a ética; a integridade física deve ser preservada. Aproveitar o jogo para fazer novos amigos, na equipa que defrontamos, podem surgir daí grandes amizades. Quem perde também tem sentimentos.

O jogador e o árbitro:
Não tentar enganar o árbitro, muitas vezes os objectivos das equipas passam pela prioridade de tentar enganar a arbitragem.
É para com os árbitros que se nota mais a falta de respeito dos jogadores. É um facto. Mas todos devem aceitar as suas decisões, correctas ou não e sem qualquer manifestação de descontentamento.

O “Fair Play“é essencial para o êxito da promoção, do desenvolvimento do desporto e o envolvimento no desporto.

amendescorreia@sapo.pt

Por: António Correia

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