Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 15-05-2007

SECÇÃO: Região

DESEMPREGO BAIXOU EM CABECEIRAS DE BASTO

Mês de Fevereiro

Segundo dados oficiais, o desemprego em Cabeceiras de Basto registou uma queda de sete por cento no mês de Fevereiro, comparativamente ao ano transacto [2006].
O total de desempregados no concelho é actualmente de 1.214, sendo que, à procura do primeiro emprego estão 187 pessoas registadas, menos doze por cento em relação ao ano anterior. A procura de novo emprego, que registou um decréscimo na ordem dos seis por cento, tem inscritas 1.027 pessoas, enquanto que estão desempregados, com idades inferiores a 25 anos, 226, o que representa menos vinte e dois por cento em relação a 2006. Acima dos 25 anos de idade estão registadas, em Cabeceiras de Basto e de acordo com os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, 988 pessoas, representando por isso uma variação de menos dois por cento relativamente ao mês homólogo.

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Por sectores, verifica-se que o número de desempregados do sexo masculino desceu 11 por cento, enquanto que no sexo feminino, a taxa registada foi de menos cinco por cento, encontrando-se registados 375 e 839 pessoas respectivamente.
Ainda que sendo um drama social, a verdade é que o número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego está a descer. Os dados apurados em Fevereiro revelam isso mesmo. Apesar de ainda ser elevado, a verdade é que continuam a aumentar o número de ofertas de emprego. As colocações realizadas pelos Centros de Emprego no distrito cresceram sete por cento em relação ao ano anterior, verificando-se em vários concelhos, descidas superiores à média distrital, tais como Amares e Vizela (- 5%), Barcelos, Esposende, Fafe e Guimarães (-4%), V. N. de Famalicão registou uma descida de 3 por cento e Braga de 2 por cento. Dos catorze concelhos do distrito apenas Vieira do Minho registou uma ligeira subida (de 862 para 875 pessoas).
De referir que este panorama só poderá melhorar se se verificar um aumento do crescimento da economia, pela captação de investimento estratégico no concelho e na região e mesmo por um aumento do auto-emprego, através do reforço das iniciativas de empreendedorismo.

Mês de Março

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Apesar dos dados estatísticos apresentarem uma ligeira subida em relação ao mês anterior [Fevereiro 2007], continua a registar-se uma queda nos índices de desemprego em relação aos mesmos meses do ano anterior [2006]. No mês de Março, estavam registados 1.236 desempregados, menos 3 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior. Por sua vez verificou-se 181 pessoas à procura do primeiro emprego o que representa uma queda de 14 por cento em relação ao ano transacto. À procura do primeiro emprego foram registados 1.055 pessoas, menos um por cento que em Março de 2006. O número de desempregados abaixo dos 25 anos é de 224, perfazendo menos dezoito por cento. Registou-se no entanto um aumento de um por cento nos desempregados com mais de 25 anos de idade, contabilizados em 2006 em 1012. Os dados divulgados continuam a registar no entanto uma descida do número de desempregados do sexo masculino na ordem dos 6 por cento o que se traduz em 380 homens, e menos 2 por cento de desemprego no sector feminino que equivale a 856 mulheres desempregadas e registadas em Março de 2007.
De referir que o desemprego continua a descer no país, e de forma acentuada no distrito de Braga, em relação ao ano de 2006 e que representa menos 2,5 por cento. Se compararmos os desempregados inscritos agora, com os registados no mesmo mês de Março de 2006, verifica-se que esta diminuição ronda os 4.911pessoas, o que representa uma descida de 10 por cento, o que é superior à média nacional (menos 8,1 por cento).
Verifica-se no entanto que os Centros de Emprego aumentaram o número de novas ofertas e que as colocações feitas voltaram também a crescer, ainda que agora só em 4,3 por cento. No entanto, espera-se aqui uma resposta ainda mais eficaz de todos os Centros de Emprego, mas é justo referir , desde já, que os Centros de Barcelos, Basto e Braga apresentaram uma eficácia superior à média distrital.

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