Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 30-11-2006

SECÇÃO: Região

É hora de dar tempo à Justiça

A este propósito a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto emitiu também um comunicado, que chegou à nossa redacção no dia 17 de Novembro e cujo teor versa o seguinte:
“O Tribunal Judicial de Cabeceiras de Basto decidiu hoje [dia 17 de Novembro] não arquivar, por ora, o processo, em curso, e que se deveria apurar, em julgamento, toda a verdade sobre os factos relativos à venda e doações efectuadas, em 1994, pela família Sousa Dias à Câmara, á Junta de Freguesia e à Mútua de Basto.
Assim, é a hora de serenamente dar tempo à justiça, para tudo esclarecer e de aguardar de consciência tranquila, que, o Tribunal publicamente e com o devido contraditório, conclua que a origem deste processo está numa participação malévola de natureza estritamente político-partidária, com a única intenção de prejudicar e difamar a Câmara de Cabeceiras de Basto e o seu Presidente, como é reconhecido pelo Ministério Público num dos seus despachos.
Não obstante, não poderemos deixar de pedir responsabilidades a quem, com intenção de difamar a Câmara e o seu Presidente, tem vindo a deturpar os factos em análise nesse processo.
O desejo da Câmara e do seu Presidente é que seja apurada toda a verdade e nada menos que toda a verdade. Só assim se demonstrará que toda a Câmara sempre actuou no estrito cumprimento da lei, defesa do interesse público e de todos os Munícipes de Cabeceiras de Basto.”
A nota divulgada termina com a manifesta convicção de que a verdade virá ao de cima e demonstrará a legalidade e justeza da actuação da Câmara e do seu Presidente.

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