Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

SECÇÃO: Informação

Feira de S. Miguel

Alvite e Passos: As damas da corte
Alvite e Passos: As damas da corte
‘Usos e costumes da época manuelina’ desfilaram em Cortejo Etnográfico

Milhares de pessoas assistiram no dia 21 de setembro, ao magnífico cortejo etnográfico que percorreu as principais ruas da vila de Cabeceiras de Basto. Dezenas de viaturas e muitas pessoas provindas de praticamente todas as freguesias apresentaram os usos e os costumes mais genuínos desta terra de Basto, desta feita sob o tema ‘Usos e costumes da época manuelina’. Assinalando desta forma, os 500 Anos da atribuição do Foral Manuelino ao concelho.
Basto: O ferreiro
Basto: O ferreiro
Reflexo do trabalho de uma vasta equipa - constituída pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, pelas Juntas de Freguesia, responsáveis pela Comissão de Festas, associações, entre outros – o cortejo etnográfico envolveu nos últimos meses autarquias, coletividades locais, e públicos de diferentes idades que após a escolha do tema que no seu entender melhor identificassem cada uma das localidades ‘meteram mãos à obra’.
Apresentando outros olhares sobre o património concelhio, o cortejo exibiu quadros cénicos representativos das profissões, do património edificado e natural, das atividades agrícolas e outros painéis alusivos ao artesanato, ao folclore e às tradições, enquadrados na época manuelina. Estiveram representadas as diversas freguesias com temas como: ‘500 Anos do Foral de Abadim - Abadim; ‘As damas da corte’ da União de Freguesias de Alvite e Passos; ‘O ferreiro’ de Basto; ‘A lã’ de Bucos; ‘A vezeira’ de Cabeceiras de Basto - S. Nicolau; ‘O S. Bartolomeu’ de Cavez; ‘As cerejas’ da Faia; ‘A Arte de colmar’ da União de Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas; ‘O Mercado e Feira Quinhentista’ da União de Freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela; ‘O pedreiro’ de Pedraça e ‘Os cemitérios e a taberna’ de Riodouro. Usos e costumes de outrora, produtos e potencialidade locais, foram assim, exaltados neste cortejo que anualmente, tem como objetivo promover e divulgar a cultura popular e etnográfica desta terra de Basto.
Bucos: A lã e o Jogo do Pau
Bucos: A lã e o Jogo do Pau
De referir que centenas de pessoas foram ao longo dos últimos meses mobilizadas para construir e ornamentar os carros alegóricos, bem como participar nos mesmos, dando corpo a um cortejo renovador onde a criatividade, a inovação no tratamento dos temas apresentados surpreenderam o público que se posicionou ao longo do trajeto.
Este cortejo etnográfico, marcado por uma forte componente cénica, emerge também de um trabalho de transformação cultural que tem sido levado a cabo no concelho, com a criação e dinamização do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto. Uma iniciativa que tem vindo a agregar diversos agentes e população local em torno de oficinas de teatro, que tem registado o agrado e grande adesão por parte de crianças, jovens, adultos e idosos, onde to-dos podem participar e dar o seu contributo.
Faia: As cerejas
Faia: As cerejas
Esta iniciativa foi organizada pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto em parceria com as diversas autarquias e entidades que deram corpo ao Cortejo.

Gondiães e Vilar de Cunhas: A arte de colmar
Gondiães e Vilar de Cunhas: A arte de colmar


Refojos, Outeiro e Painzela: O mercado e Feira Quinhentista
Refojos, Outeiro e Painzela: O mercado e Feira Quinhentista


Riodouro: Os cemitérios e a taberna
Riodouro: Os cemitérios e a taberna


Cabeceiras de Basto (S. Nicolau): A vezeira
Cabeceiras de Basto (S. Nicolau): A vezeira


Cavez: O S. Bartolomeu
Cavez: O S. Bartolomeu


Abadim: 500 anos do Foral de Abadim
Abadim: 500 anos do Foral de Abadim


Pedraça: O pedreiro
Pedraça: O pedreiro








































































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