Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

SECÇÃO: Opinião

Um ato de Cultura

Comemorar os 500 anos de atribuição do Foral Manuelino é celebrar uma história e um passado coletivo, mas é sobre-tudo, evocar a construção da nossa identidade enquanto cabeceirenses. Devemos todos saber respeitar, honrando, esta celebração. É preciso saber fazê-lo.
Entre críticas descabidas e inoportunas, refira-se, salvaguardando, a postura quer da autarquia, quer da comissão organizadora dos 500 anos do Foral Manuelino atribuído a Cabeceiras de Basto, que souberam, com elevação, comemorar este ato de cultura que honra não só o concelho, mas certamente os cabeceirenses e enaltece a riqueza histórica local subjacente a esta efeméride.
Foram muitas as iniciativas associadas a esta comemoração, que arrancou a 10 de Junho de 2013 e terminará a 5 de Outubro. Iniciativas essas certa-mente mais ou menos efémeras, mas que preenchem e compõem um vasto programa comemorativo, longo e repleto de conteúdo. Isso é inegável.
A população cabeceirense, genericamente, encontra-se consciente e devidamente informada sobre a comemoração dos 500 anos do Foral Manuelino atribuído ao nosso concelho.
Honrar os cinco séculos de história que nos caracterizam e definem enquanto concelho, implica envolver todos nestas comemorações. Só desta forma pode-mos prestar um bom serviço à nossa terra.

* Colaborador
João Pacheco

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