Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 07-07-2014

SECÇÃO: Informação

Partido Socialista toma posições na Assembleia Municipal de 27 de junho

Abandono injustificado dos membros da Assembleia Municipal e dos vereadores do IPC da reunião da Assembleia Municipal de 16 de maio.

Sobre este assunto, os elementos do Partido Socialista na Assembleia Municipal apresentaram uma declaração política através da qual condenam o abandono dos membros e dos vereadores do IPC da reunião da Assembleia Municipal de 16 de maio, considerando esta atitude injustificada, uma falta de respeito pela Lei, pela vontade dos eleitores e pelas demais forças políticas - PS e PSD - representadas neste órgão autárquico, bem como, pelo Presidente da Câmara e Vereadores que continuaram na reunião, nomeadamente, Francisco Alves (PS) e Prof. Mário Leite (PSD).
Segundo informação divulgada, mais considera o Partido Socialista, que estão a viver-se «situações anómalas, com incidentes lamentáveis, de intromissão abusiva de autarcas e candidatos do IPC em algumas Assembleias de Freguesia e na Assembleia Municipal, procurando criar mau ambiente e conflitos nas reuniões destes órgãos autárquicos». Acrescentando que «não é admissível que um vereador do IPC queira impor-se e sobrepor-se de forma sistemática na Assembleia Municipal pretendendo substituir o Presidente da Câmara, quando não responde, por escrito, a requerimentos apre-sentados pelo PS com pedidos de esclarecimento que tem na sua posse há mais de quatro meses».

Partido Socialista propõe
a manutenção ou descida
de impostos (IMI, IRS, Tarifas e Licenças e aplicação
de outras taxas)

A bancada do PS, apresentou nesta reunião uma recomendação à Câmara tendo vista que no Plano de Atividades e Orçamento para 2015, seja considerada a grave situação económica e financeira que as famílias portuguesas e os cabeceirenses, em particular, estão a viver, sugerindo que as taxas de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) e de IRS (Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares), bem como as tarifas e as licenças, mantenham os valores atuais e, se possível, sejam reduzi-das em 2015. Esta proposta foi aprovada por unanimidade.

Tomada de posição contra o encerramento de escolas e jardins-de-infância

Os presidentes de Junta eleitos pelo PS, acompanhados pelo Presidente da União das Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas a-presentaram uma tomada de posição contra o encerramento destes estabelecimentos de ensino. Esta proposta foi aprovada por maioria com 19 votos a favor (18 do PS e 1 do PSD) e 14 abstenções (18 do IPC, 3 do PSD e 1 do PS).

Tomada de posição sobre
a alteração e redução
de valências do Centro Hospitalar de Guimarães

O Partido Socialista apresentou também uma tomada de posição sobre a alteração e redução de valências do Centro Hospitalar do Alto Ave, EPE – Unidade de Guimarães, Hospital este que ser-ve os utentes de Cabeceiras de Basto e cujas novas alterações previstas trarão graves prejuízos para os habitantes deste concelho na prestação de serviços de saú-de fundamentais.
Esta tomada de posição foi a-provada por unanimidade. A Câmara também já tinha tomado uma posição sobre este assunto.

O Partido Socialista lamenta a falta de coerência dos membros do IPC e de três elementos do PSD que votaram a favor da proposta da Assembleia Municipal onde se toma posição sobre a alteração e redução de valências do Centro Hospitalar de Guimarães e abstive-ramse na votação contra o encerramento de escolas e jardins-de-infância justificando a sua abstenção pelo facto de a Câmara já ter tomado posição sobre esta matéria.
Ora, na questão do Hospital de Guimarães a Câmara, enquanto órgão autónomo da Assembleia, também tinha já tomado posição sobre a redução de valências.
Assim, o PS não compreende que haja ‘dois pesos e duas medidas’ por parte do IPC e de três membros do PSD, já que na questão do Hospital votaram a favor em conformidade com os restantes membros da Assembleia Municipal enquanto que na tomada de posição contra o encerramento das escolas e jardins-de-infância abstiveram-se procurando dividir e enfraquecer a posição da Assembleia Municipal e do Município, fortalecendo o Ministério da Educação para encerrar estabelecimentos de ensino.
Na informação divulgada o PS questiona: «onde está a coerência e a defesa dos interesses do concelho, nomeadamente das crianças, dos pais e dos agentes educativos, professores e auxiliares? Apenas nas palavras, porque os atos falam por si… ».

© 2005 Jornal Ecos de Basto - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital. Comentários sobre o site: webmaster@domdigital.pt.