Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 07-07-2014

SECÇÃO: Informação

Joaquim Barreto candidata-se à liderança da Federação de Braga do PS

Militantes de todo o distrito apoiaram Joaquim Barreto na apresentação da sua candidatura
Militantes de todo o distrito apoiaram Joaquim Barreto na apresentação da sua candidatura
Joaquim Barreto está de regresso à política ativa. O ex-líder da distrital do PS que é atualmente o Presidente da Comissão Política deste partido em Cabeceiras de Basto, aceitou o desafio de voltar a candidatar-se à federação distrital. Na apresentação da sua candidatura, o dirigente cabeceirense apelou à unidade do partido, sublinhando que na sua candidatura «cabem todos, sem exceção. Neste projeto cabem todos independentemente daquilo que é a sua opção nacional», sem referir a luta partidária entre António José Seguro e António Costa, pro-metendo trabalhar com qual-quer secretário-geral e apontando como prioridade o «com-bate ao desemprego no distrito e oposição forte às políticas de destruição do Estado Social».

O ex-presidente da Federação Distrital de Braga do Partido Socialista (PS), Joaquim Barreto aceitou o repto que lhe foi lançado por um grupo de militantes socialistas de voltar a candidatar-se à liderança da Federação do PS, cargo que exerceu durante 12 anos (2000 a 2012). O anúncio foi feito no dia 3 de julho, na sede da Federação do PS em Braga, perante uma sala repleta de militantes, presidentes de concelhia, atuais autarcas como Miguel Costa Gomes (Barcelos) e Dinis Costa (Vizela) e alguns ex-presidentes de Câmara como Mesquita Machado (Braga), António Magalhães (Guimarães) e Jorge Dantas (Vieira do Minho).
“Consenso e Coesão para fortalecer a Federação”

O atual presidente da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto e da Comissão Política do PS local, Joaquim Barreto, avança para a disputa eleitoral para «fortalecer o partido, promover a coesão e conseguir vitórias para o PS no distrito de Braga».
«Connosco todos são bem-vindos, independentemente de qual a sua opção nacional. Esta é uma lista de todos e para todos. Queremos que esta seja a Federação de todos os socialistas e não da fação A ou B», afirmou na oportunidade o candidato Joaquim Barreto, que «estava longe de pensar voltar a esta sala [Federação Distrital de Braga do PS]» e que assim regressa à política ativa em «respeito pelo dever de intervenção cívica e política de servir a causa pública», apelando à «unidade» no partido.
«Queremos aprofundar a participação dos militantes e simpatizantes do Partido, que tenham forma de participar, seja em reuniões, debates, nas redes sociais, discutindo os temas que mobilizam as pessoas para o debate e para a participação ativa na vida do Partido. Temos de reforçar a participação do Partido na vida das pessoas, temos que levar o Partido para a rua, ouvir aqueles que não são militantes e não apenas isto, quero um Partido para servir a população, a sociedade civil e não fechado sobre si mesmo. Quero uma Federação descentralizada, a Federação não se pode focar e centrar apenas nesta sede, apenas e só na cidade de Braga. Temos de descentralizar as atividades, as reuniões por todo o distrito», salientou Joaquim Barreto.
No seu discurso de apresentação de candidatura, Joaquim Barreto afirmou: «É fundamental respeitar a autonomia dos órgãos dirigentes. Devemos cooperar com as concelhias em pleno respeito pela autonomia e promovendo a cooperação, tendo sempre presente o respeito pela autonomia de cada concelhia. Queremos dinamizar uma cooperação forte com os órgãos nacionais do Partido, com o Secretário-geral, com a Juventude Socialista e com o Movimento das Mulheres Socialistas».
Aproveitou ainda a parte final da sua intervenção para destacar algumas questões nacionais, nomeadamente o desemprego, um dos principais flagelos do distrito de Braga: «Temos de combater o desemprego e em especial o desemprego jovem e de longa duração que é um dos grandes flagelos do nosso distrito e do nosso país. Além disso, não nos podemos conformar com a destruição do Estado Social que está a ser feita por este Governo e pelas suas políticas. Não podemos aceitar esta filosofia do atual Governo de colocar uns contra os outros, jovens contra idosos, setor público contra setor privado, pobres contra ricos».







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