Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 16-06-2014

SECÇÃO: Reportagem

Associação Clube de Ténis de S. Miguel de Refojos
Paulo Machado garante: “O ténis veio para ficar

Paulo Machado, 41 anos, funcionário público e professor pelo Centro de Desenvolvimento de Ténis da Maia, amante deste desporto desde os 20 anos, é um dos funda-dores do Clube de Ténis S. Miguel de Refojos.

A Associação Clube de Ténis de S. Miguel de Refojos é com-posta por 13 elementos, sendo que três (Paulo Machado, Pedro Teixeira e Alexandra Teixeira) são os fundadores e dirigentes.
“O Pedro foi o responsável por esta associação existir, foi ele que teve coragem em avançar com o projeto”, referiu Paulo Machado.
27 de Setembro de 2009 foi o dia em que tudo começou. Em conversa com o Ecos de Basto, o professor Paulo disse: “foi altura de S. Miguel, as pessoas passavam e nós chamávamos… mas dessas pessoas poucas ficaram. Começamos com 20 alunos hoje temos cerca de 60”.
“O ténis já não é um desporto de ricos”
A ideia que o ténis é um desporto dos ricos é uma ideia que se tem vindo a dissipar. A mensalidade é de 20 euros, dois treinos por semana, não se preocupam em arranjar parceiro, raquete, e “aquela hora é sempre do aluno” salientou Paulo Macha-do.
O Clube tem 20 alunos federados, já participaram em torneios federados e não federados. “Este ano realizou-se a conclusão do torneiro em junho, um torneio mini ténis para os pequeninos em Cabeceiras, outro em Fafe, um torneio a pares, um torneio singular de mulheres em março e um a pares masculino”.
Paulo Teixeira salientou: “Dou aulas de ténis porque gosto. Não dou aulas por dinheiro. Nem eu nem os outros elementos da direção ganham dinheiro com o ténis. O dinheiro que os alunos pagam é para a Associação, para comprar tudo o que faz falta”.

“ O Ténis veio para ficar”

Sendo o ténis uma modalidade recente em Cabeceiras de Basto, com cada vez mais atletas, o professor Paulo afirmou que veio para ficar.
Ao longo da conversa, Paulo Machado confessou que não há dia nenhum que não pense no ténis. Para ele “o ténis está coladinho à família”.
Muito dedicado ao ténis, o funcionário público revelou que incutiu à mulher e os filhos o gosto pela modalidade “e agora os meus filhos jogam e gostam e até já participam em torneios”.
Quanto ao gosto por este desporto, o Professor Paulo justificou: “Todos os meus colegas jogavam ténis… então começamos a jogar aos fins-de-semana, ganhamos-lhe o gosto, e cá estamos”.

“O ténis é como o xadrez mas joga-se a alta velocidade. Quem jogar ténis tem
de gostar. É muito cansativo
e estratégico”.

Muita tem sido a atividade desta associação que tem como objetivo principal dinamizar a formação, a participação em diversas ‘provas’ e receber a visita de várias individualidades ligadas à modalidade. Em junho do ano passado “recebemos a visita do Dr. António Paes Faria, Presidente da Associação de Ténis do Porto. O próximo objetivo é trazer cá alguém influente no ténis, como Vitor Cabral – Diretor de Centro de Desenvolvimento de Ténis ou Nunes Marques, Selecionador Nacional”, concluiu Paulo Machado.

























































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