Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 24-03-2014

SECÇÃO: Informação

Jornal Ecos de Basto: 24 anos a informar

Fundado em 15 de julho de 1990, o Ecos de Basto é um jornal regionalista, que surgiu com o objetivo de informar os Cabeceirenses sobre o que de mais relevante acontece no concelho de Cabeceiras de Basto e na região de Basto.
Um trabalho que vem fazendo ao longo dos anos, com um corpo redatorial voluntário que de três em três semanas dá à estampa assuntos de interesse para os Cabeceirenses a residir no concelho, mas também no país e no mundo, publicando entrevistas, notícias, reportagens e opinião, mas também a publicidade que constitui a sua base de financiamento.
O Ecos de Basto é publicado com permanência e de acordo com a periodicidade estipulada, sendo desde a sua fundação até 2004 mensal, de 2004 a 2007 quinzenal e desde então e até aos dias de hoje trissemanal.
Nos últimos tempos, tem sido visado em alguns comunicados e tomadas de posições políticas que importa registar.
Dessas tomadas de posição consideramos que é importante dar a conhecer aos nossos leitores aquela que assumiu o Partido Socialista na última sessão da Assembleia Municipal de 27 de fevereiro e que passamos a transcrever:

Tomada de posição do Partido Socialista – Jornal Ecos de Basto

«Em 17 de fevereiro do corrente ano, uma força política com representação na Câmara e nesta Assembleia, “Independentes por Cabeceiras – IPC”, divulgou publicamente um comunicado referente à atividade desenvolvida pelos seus vereadores, onde se menciona “(…) A existência de uma discriminação na atribuição de publicidade institucional e do município entre os dois jornais editados no concelho (…)”, Ecos de Basto e Basto. Segundo o mesmo comunicado, “(…) esta discriminação foi demonstrada cabalmente pelos vereadores do IPC com o recurso ao registo das transferências nos últimos dez anos entre o município e um dos jornais (…)”.
É do conhecimento dos cabeceirenses que esses dois jornais têm uma periodicidade de publicação diferente, sendo um, o Ecos de Basto, desde 2008 trissemanal e até então (2004 a 2007) quinzenal, e o Basto, com uma periodicidade mensal, intermitente. Segundo soubemos, o jornal o Basto não terá feito chegar à Câmara Municipal qualquer orçamento de publicidade ou reclamação formal ou informal referente a este assunto.
Através de informação segura que obtivemos, pudemos apurar com rigor que efetivamente, durante os últimos dez anos, foram transferidos 18.132€ da Câmara Municipal para o jornal Ecos de Basto. O Sr. Vereador de então, eleito pelo PS e Vice-presidente de Câmara, Dr. Jorge Machado, que hoje enquanto Sr. Vereador do IPC na oposição, acusa a gestão municipal anterior, à qual pertenceu, de ter discriminado positivamente o Ecos de Basto, autorizou, pelo seu próprio punho, como se pode comprovar pelas autorizações de pagamento, a transferência de 12.529€, nesse período, que corresponde a aproximadamente a 70% do valor total transferido de 18.132€. Saliente-se que destas transferências no ano de 2005, dos 1.342€ transferidos para o Ecos de Basto, o Sr. Vereador, Dr. Jorge Machado, autorizou 1307€, o que corresponde a 97.3% do valor total, e que em 2010, isto é, somente há três anos, o Sr. Vereador, Dr. Jorge Machado, autorizou o pagamento de 3.060.95€, o que corresponde a 100% da verba paga nesse ano.» [Cabeceiras de Basto, 27 de fevereiro de 2014 | O grupo Municipal do PS ]
Como se poderá concluir da posição acima descrita, contra factos, não há argumentos.
Considerações à parte, o Ecos de Basto continuará a pugnar por uma informação permanente levando aos Cabeceirenses o que de mais relevante acontece em Cabeceiras de Basto e na Região.

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