Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 03-03-2014

SECÇÃO: Opinião

“Uma História que ainda se escreve e se renova...”

Na política, as ações e as ideias têm o mérito de decidir o futuro e o Partido Socialista em Cabeceiras de Basto é prova disso.
Este ano comemoram-se duas décadas de poder autárquico do PS no nosso concelho, conquistados ininterrupta-mente, desde 1994, ou seja, comemoram-se vinte anos de trabalho, principal legado deste acontecimento que preenche o nosso calendário coletivo enquanto cabeceirenses.
Para lá do exercício de perceber onde estávamos há 20 anos atrás e onde estamos atualmente, celebrar é pensar o futuro. Pela minha parte, opto pela enfatização do valor do trabalho e dos desafios que se colocam.
O PS em Cabeceiras agiu sempre de forma clara e incisiva, projetou-se e protagoniza hoje, interna e externamente, um novo ciclo político.
Haverá, certamente, quem acredite noutro modelo de gestão ou noutra hipotética forma de desenvolver Cabeceiras. Porém, ninguém pode negar que este concelho cresceu de forma sustentada e gradual, abrangendo todas as áreas e todas as gerações. O resultado está à vista.
A gestão autárquica socialista soube renovar-se e, sobretudo, soube reinventar-se à medida que o tempo foi correndo. Repare-se no caso do edifício do Mercado Municipal construído há vários anos e que desde 2013, fruto de obras de requalificação e de adaptação, é a Casa da Juventude, das Artes, dos Ofícios e Gerações. Este exemplo prova que, efetivamente, o Partido Socialista, enquanto poder, sempre soube recriar e empreender uma gestão atualizada e moderna.
O grande desafio que se coloca ao novo executivo municipal, ao PS no seu todo e aos cabeceirenses em geral, é dar seguimento a este projeto, potenciando-o e inovando sem nunca baixar os braços,
Do lado de quem tomou a iniciativa e provou que tudo isto era possível, recai o sentido de responsabilidade. Depois de elevar a fasquia, o PS continua a dar provas de que está preparado para continuar.
Garantir a continuidade e a viabilidade deste projeto implica, inevitavelmente, investir nas novas gerações.
Passados vinte anos de poder autárquico, iniciar um novo ciclo sem apostar fortemente na juventude, agora de forma renovada, seria, além de tudo, um erro político. O PS, o Dr. China Pereira e a Juventude Socialista souberam agir com espírito de abertura e de renovação e apresentaram aos cabeceirenses, um dos eixos de intervenção no seu programa eleitoral, entre os sete que o constituem, dirigido somente à juventude.
Exige-se ao PS opções sucintas, voltadas para o futuro.
Os partidos que ocupam o poder, ou sabem estar à altura das suas responsabilidades e dos seus próprios desafios ou estão condenados a uma regressão na vida política.
Estou certo que o percurso do Partido Socialista em Cabeceiras é uma história que continua a escrever-se e a renovar-se.


Colaborador*

João Pacheco

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