Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 18-11-2013

SECÇÃO: Política

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Eleitos do PS na tomada de posse de 21 de outubro
Eleitos do PS na tomada de posse de 21 de outubro
Socialistas tomam posição na reunião da Assembleia Municipal

Eleitos do PS condenam postura imprópria e desadequada assumida por ‘claque’
Presidida pelo Eng.º Joaquim Barreto, reuniu no passado dia 8 de novembro, a Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, cuja mesa integra também o Prof. Mário Machado e a Drª Augusta Cristina Dias. Dos diversos assuntos, destaca-se uma tomada de posição subscrita pelos eleitos do Partido Socialista, a reprovar e a condenar atitudes tomadas no decurso da cerimónia de tomada de posse dos órgãos autárquicos do Município e que aqui se divulga:

“Com as eleições autárquicas do passado dia 29 de setembro, encerrou-se um ciclo político e iniciou-se outro com novas propostas. Após o apuramento geral, conheceram-se os resultados de cada força política concorrente e os legítimos representantes dos órgãos autárquicos municipais - Câmara e Assembleia Municipal - que tomaram posse no passado dia 21 de outubro, pelas 18h00, na sala multiusos do edifício da Casa da Juventude, Artes, Ofícios e Gerações.
O ato solene de posse dos legítimos representantes dos órgãos municipais, Câmara e Assembleia Municipal, por tudo o que ele encerra, é uma cerimónia onde o respeito, a dignidade e a responsabilidade institucional, terão que estar sempre presentes por parte de quem toma posse, mas também, por parte daqueles cidadãos que, livremente, tiveram acesso ao espaço onde decorreu esta cerimónia.
Geralmente e por norma, os presentes, empossados, convidados e público em geral, manifestam o seu reconhecimento, apreço e a sua satisfação através do bater de palmas de forma civilizada, educada e comedida não perturbando, nem prejudicando o normal funcionamento da sessão da posse, procurando assim, dignificar os atos e a cerimónia.
Aconteceu porém, que no passado dia 21 de outubro e quando os eleitos da Câmara e da Assembleia Municipal tomavam posse, uma pequena parte do público situada ao fundo da sala que se encontrava junto aos lugares onde estavam sentados os membros dos IPC – Independentes por Cabeceiras, em jeito de claque, expressava-se de uma forma ruidosa, barulhenta, desrespeitadora, com palmas estridentes e vozeavas, aquando da tomada de posse dos eleitos afetos aos IPC’s.
Esta postura desadequada, imprópria e insólita para qualquer ato e particularmente, para uma sessão solene de tomada de posse dos membros da Câmara e da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, atingiu o seu ponto máximo de desrespeito, intromissão e ingerência no decorrer do funcionamento dos órgãos já instalados, com insultos tais como “fascista”, “palhaço”, “ditador” e outros, provindos desta mesma claque, ao Presidente da Assembleia Municipal em exercício de funções e que presidia aos trabalhos da reunião para eleger a mesa deste órgão deliberativo.
Estes insultos são reveladores da falta de cultura democrática, educação e respeito para com os representantes dos órgãos municipais eleitos democraticamente e as demais pessoas presentes na sala, desde empossados, convidados e público em geral. Estas atitudes de afronta, tentativa de intimidação e injúrias, aconteceram lamentavelmente e pela primeira vez numa tomada de posse desde o 25 de Abril, em Cabeceiras de Basto.
Estamos convencidos, que to-dos aqueles que não se revêm nestes comportamentos, impróprios e indecorosos para uma vivência e sã convivência democrática, sentiram-se ofendidos e magoados pela forma como tudo decorreu e como foram tratados. Acorre ainda referir que os nossos convidados, do concelho e do exterior, que representavam outros municípios e outras entidades e organismos oficiais certamente que também se sentiram mal, incomodados e envergonhados com este péssimo ambiente e tão insólita forma de estar.
Pela nossa parte, que somos pessoas que crescemos e fomos educados e formados com regras e normas cívicas de boa educação e que aprendemos a viver e a conviver em democracia com os valores e princípios do 25 de abril - da igualdade, da fraternidade e do respeito pelos outros, nomeadamente pelos nossos adversários políticos - reprovamos e condenamos estas atitudes que não dignificam a política e os seus agentes e mancham a democracia.
Cabeceiras de Basto, 8 de novembro de 2013"








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