Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 16-09-2013

SECÇÃO: Opinião

MINHA TERRA

Minha terra Cabeceiras de Basto!
Recanto perdido nos confins do Minho.
Onde minha mãe construiu o meu ninho,
Tecido com finos fios de alabastro.

Quis de mim fazer um pequeno Astro,
Mas, má fortuna trocou meu caminho.
Que saudades do tempo de menino!...
Guardo no meu coração quase gasto!...

E, nesta vida sozinho, sem ninguém,
Em terras estremenhas quis ser alguém,
Lutei, lutei, num trabalho insano.

Venci a vida, mas não venci a saudade,
Que me vai consumindo sem piedade,
Meu burgo minhoto, quase transmontano!...

* Colaborador



Jaime Sousa e Silva

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