Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 25-03-2013

SECÇÃO: Informação

Luís Jales de Oliveira apresentou décima obra intitulada ''Desta Maldição de Mim''

O Vereador da Cultura no uso da palavra deu as boas vindas a todos os presentes
O Vereador da Cultura no uso da palavra deu as boas vindas a todos os presentes
Familiares e amigos do autor Luís Jales de Oliveira participaram, no passado sábado, dia 23 de março, na apresentação do livro ‘Desta Maldição de Mim’, uma obra composta por 30 textos compilados, desde crónicas, à poesia, passando pelas histórias. Ao longo dos últimos 30 anos, Luís Jales de Oliveira publicou já vários livros, sendo esta a sua décima edição.
A sessão, que decorreu na Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho, na vila do Arco de Baúlhe, contou também com a presença dos presidentes das Câmaras Municipais de Cabeceiras de Basto e de Mondim de Basto, Eng. Joaquim Barreto e Eng. Humberto Cerqueira, respetivamente, dos vereadores dos dois Municípios, do presidente das Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe, Armando Duro, do diretor do Centro de Formação de Basto, Dr. João Carlos Sousa, assim como membros da Assembleia Municipal, entre outros convidados e público em geral.
Coube ao vereador da Cultura, Dr. Domingos Machado, dar as boas-vindas a todos os presentes, uma oportunidade que aproveitou para elogiar a forma “muito humana” do autor, assim como a sua “forte ligação à terra”, às suas raízes e à sua identidade.
Na apresentação da obra ‘Desta Maldição de Mim’, o diretor do Centro de Formação de Basto, Dr. João Carlos Sousa, afirmou que “quando lemos a sua obra respiramos Mondim”. Considerando o autor Luís Jales como “um homem que sabe muito de história”, João Carlos Sousa garantiu que “essa ótima maldição que está dentro dele permitiu-lhe dar a conhecer esse Mondim que ele próprio sente”, onde o rio, o monte e a vila sempre o acompanham.
“Sou bisneto da Aninhas de Chacim (Refojos). Tenho por Cabeceiras de Basto grande estima e admiração. A vila e o Basto inspiram-me”. Foi assim que o autor se apresentou em Cabeceiras de Basto, terra onde tem muitos amigos e onde “os laços de amizade se vão estreitando”.
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Preferindo deixar as considerações sobre a sua última obra para os leitores, Luís Jales aproveitou a oportunidade para falar dos seus amigos cabeceirenses, onde destacou a amizade com o autarca Joaquim Barreto e com o Dr. António Teixeira de Carvalho, homem que já não se encontra entre nós e que deu nome à Biblioteca Municipal.
E finalizou: “sou bisneto da Aninhas de Chacim e tenho por esta terra uma predileção especial”.
O presidente da Câmara Municipal, que conhece o autor há 40 anos, enalteceu “a sua veia poética e a sua forma de declamar muito própria e genuína”, reconhecendo que o trabalho que o autor tem desenvolvido ao longo dos últimos 30 anos tem “dado força e coesão ao território”, permitindo afirmar a identidade das Terras de Basto. E justificou: “é também através dos livros que nós contamos a nossa história e preservamos a nossa identidade”.
E rematou: “o nosso amigo Jales é um homem muito humilde que tem feito muito pela sociedade. É um homem culto, de caráter e de valores”.
Na sua intervenção, o autarca de Mondim de Basto, Eng. Humberto Cerqueira, agradeceu “o contributo que Luís Jales tem dado para o perpetuar da história de Mondim”, lamentando que o fim das freguesias “mate aquilo que de mais profundo existe em todos nós”.

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