Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 21-01-2013

SECÇÃO: Última Página

Estudo da Universidade da Beira Interior confirma
Qualidade de vida melhora em Cabeceiras

O Município de Cabeceiras de Basto melhorou a sua qualidade de vida ao conquistar 25 lugares, face à posição 270 que ocupava no estudo de 2009 desenvolvido pela Universidade da Beira Interior (UBI). A confirmação surge no estudo ‘Os Munícipes e a Qualidade de Vida (2012)’, noticiado no jornal Diário do Minho no passado dia 9 de janeiro.
O estudo, que mede o desenvolvimento económico e social dos 308 municípios portugueses, atribui a Cabeceiras de Basto um índice de qualidade de vida de 27,05 pontos, o que se revela muito positivo para o concelho e para as suas gentes.
De acordo com o mesmo diário regionalista, “a maioria esmagadora dos concelhos da região do Minho perdeu qualidade de vida e a descida do índice económico e social medido pelo estudo foi mais acentuada entre os concelhos de maior dimensão”.
Em termos do índice de qualidade de vida, Cabeceiras de Basto regista assim uma “recuperação assinalável”, escreve o mesmo periódico, enumerando os concelhos minhotos que se seguem na lista, atrás do concelho cabeceirense. Estamos a falar de Barcelos (26,42 pontos), Ponte de Lima (25,774), Paredes de Coura (25,755), Fafe (24,08), Amares (23,27), Póvoa de Lanhoso (22,89), Vizela (21,68), Ponte da Barca (21,34) e Celorico de Basto (18,34).
De acordo com a mesma notícia, “o concelho de Celorico de Basto é o que tem a pior qualidade de vida do país e está entre os três concelhos do país com piores indicadores de desenvolvimento económico e social”. O estudo da UBI coloca, assim o município da sub-região do Tâmega na posição 306, num ranking de 308, com um índice de qualidade de vida de 18,34 pontos.

© 2005 Jornal Ecos de Basto - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital. Comentários sobre o site: webmaster@domdigital.pt.