Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 30-07-2012

SECÇÃO: Informação

Câmara apoia Banda Cabeceirense e promove formação musical para crianças e jovens

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto decidiu prosseguir com o apoio às coletividades tendo em vista a promoção de iniciativas de cariz diverso, cuja realização em muito contribui para a ocupação salutar dos tempos livres de diferentes faixas etárias da população.
Neste âmbito, destacou-se o apoio prestado à centenária Banda Cabeceirense, atribuindo-lhe uma verba no valor de 16.500,00 euros destinada a ajudar a suportar as despesas com a formação musical gratuita, semanalmente proporcionada a dezenas de jovens inscritos na Escola de Música daquela Associação.
Fundada em 1820, trata-se da mais antiga coletividade do concelho e a de maior implantação, cujo dinamismo ao longo dos tempos tem sido decisivo para a aprendizagem e para a divulgação musical em Terras de Basto e por onde têm passado gerações de Cabeceirenses. De referir que em 1986 esta filarmónica, fundou a escola de música e em 1999, na sequência da grande afluência de jovens, ‘nasceu’ também a Banda Juvenil Cabeceirense, atualmente composta por 40 jovens executantes, que desde tenra idade têm brilhado em encontros de Bandas Juvenis e na participação em diversos concertos. Há mais de 180 anos que a centenária filarmónica participa nas maiores romarias minhotas, promovendo a música, mas também o nome de Cabeceiras de Basto.
Nesta reunião, o executivo decidiu ainda apoiar a Associação de Defesa dos Interesses Agrícolas, Florestais e Animais – A Chegas, atribuindo-lhe um apoio de 500,00 euros destinado a fazer face a despesas tidas com a organização do «Campeonato de Chegas de Bois», que esta coletividade promove com o intuito de avivar uma tradicional e muito apreciada prática desta terra de Basto.
Trata-se por isso, de uma iniciativa que agrega centenas de pessoas que com entusiamo assistem às chegas de bois.
A Câmara reunida tomou ainda conhecimento da deliberação do Conselho Diretivo da ANMP de não indicar quaisquer representantes da Associação para a Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa das Freguesias, porque é seu entendimento que as populações e as autarquias locais deveriam ter uma opinião determinante em tal assunto, cabendo às Assembleias Municipais a emissão de parecer vinculativo tendo em conta a pronúncia dos órgãos das freguesias e das Câmaras Municipais, o que a Lei (22/2012, de 30 de maio) não prevê revelando-se, por isso, despicienda a participação da ANMP naquela Unidade Técnica.
O executivo registou por fim, dois agradecimentos, remetidos pela CERCIFAF-Cooperativa de Educação e Reabilitação das Crianças Inadaptadas de Fafe e pela Liga dos Combatentes do Núcleo Regional de Braga, pelo apoio prestando.

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