Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 09-07-2012

SECÇÃO: Política

Comissão Política de Cabeceiras de Basto elege Secretariado

Reuniu no passado dia 23 de junho a Comissão Política Concelhia do PS com o intuito de eleger o Secretariado, que ficou composto pelos socialistas Francisco Pereira - secretário coordenador, Fernando Basto, Domingos Machado, Domingos Teixeira, Francisco Freitas, Hugo Fernandes, Irene Fontes, Fátima Oliveira, Fátima Martins e Paulo Mendes. Integra, ainda, o Secretariado o presidente da Juventude Socialista (JS) Concelhia, Orlando Soares.
Na sua intervenção, o presidente da Comissão Política Concelhia, Joaquim Barreto, destacou a votação, no dia 16 de junho, por uma maioria muito significativa (98% dos votos expressos) da Moção ‘Continuar a Vencer no Futuro por Cabeceiras de Basto’, incentivando os dirigentes eleitos a participarem na elaboração do Plano do Plano de Atividades dos próximos 2 anos, que será analisado e debatido na próxima reunião da Comissão Política.
Durante a reunião do dia 23 de junho, que decorreu no auditório do Mercado Municipal, Joaquim Barreto reafirmou as principais propostas contidas na Moção e aprovadas pelos militantes.
Para Joaquim Barreto, “a responsabilidade dos Socialistas em Cabeceiras de Basto e a importância dos militantes e simpatizantes nas estruturas de Base do PS” é fundamental. De acordo com as suas palavras, “o nosso principal dever político para com os cidadãos de Cabeceiras de Basto e para com o PS é o de garantir o futuro. O nosso dever é de assumir os grandes desafios do futuro tendo presente a experiência adquirida com a coragem, o trabalho, o rigor e a determinação que são marcas identitárias do nosso Partido em Cabeceiras de Basto. Somos um Partido Socialista forte, coeso e solidário que não fez cedência a facilitismos ou a oportunismos”.

Militantes e simpatizantes são a base num Partido Político

Joaquim Barreto considerou que “Se os alicerces na construção de uma casa são a parte mais importante, também os militantes e os simpatizantes num Partido Político são a sua base, que será tanto mais forte quanto maior for a sua militância com o seu envolvimento e a sua participação ativa e cívica na vida partidária”.
Para o presidente da Comissão Política Concelhia, Joaquim Barreto, “servir numa estrutura de base partidária quer seja de residência, quer seja concelhia, é uma tarefa nobre que nos enriquece e valoriza pelos conhecimentos e experiências que adquirimos na relação diária que existe entre os cidadãos anónimos e o Partido que representamos”.
É também a partir desta “interação cívica e política de proximidade que se faz a comunicação útil para o interior do Partido e cúpulas partidárias para a formulação e definição de políticas, bem como para a sociedade onde vivemos e estamos inseridos, informando e esclarecendo os cidadãos para estes fazerem as suas opções de uma forma livre e democrática”, realçou Joaquim Barreto.
De acordo com o líder da Concelhia Socialista, foi graças à “experiência acumulada com resultados positivos e imbuídos destas ideias e espírito de missão, ao serviço das causas públicas e das pessoas, que aceitamos o desafio de integrar e dirigir com seriedade, trabalho e transparência e com uma militância ativa e participativa, a Comissão Política do Partido Socialista de Cabeceiras de Basto”.

Propostas concretas para um plano ambicioso

Ao aceitar este desafio de servir o Partido, a sociedade, Cabeceiras de Basto e os Cabeceirenses, a Comissão Política Concelhia pretende “reforçar o trabalho junto dos militantes e simpatizantes; fortalecer a coesão do Partido Socialista na pluralidade; privilegiar o diálogo e a colaboração com a sociedade civil, com o movimento associativo, com os cidadãos anónimos, nomeadamente com os jovens e também com pessoas de outras faixas etárias; trabalhar e cooperar com os autarcas; defender o poder local, muito especialmente a manutenção das freguesias; manter o diálogo, a solidariedade e a colaboração estreita com a Federação Distrital, a Juventude Socialista, o Departamento das Mulheres Socialistas e a Direção Nacional do Partido; continuar a pugnar por um concelho aberto ao mundo e ao futuro; e garantir que os novos órgãos do Partido Socialista de Cabeceiras de Basto assumam o mandato de dois anos”.

“Queremos vencer
as próximas
eleições autárquicas”

O grande objetivo é, segundo Joaquim Barreto, “vencer as próximas eleições autárquicas com o envolvimento, a coragem, a determinação, o trabalho e a solidariedade de todos, dos dirigentes, dos militantes e simpatizantes, dos jovens e das mulheres, no respeito pela democracia, pelas ideias, princípios e valores do partido socialista, em cooperação e parceria com as instituições locais, em prol da nossa terra”.
De referir, ainda, que os 300 militantes que expressaram o seu voto favorável, aprovando a Moção ‘Continuar a Vencer no Futuro por Cabeceiras de Basto’ de uma forma clara e inequívoca, confirmaram a eleição de Serafim China Pereira e Joaquim Barreto como candidatos do Partido Socialista a presidentes de Câmara e da Assembleia Municipal, respetivamente, ratificando, desta forma, a decisão já tomada em julho de 2011.

PS já cumpriu uma das propostas

Na última reunião da Assembleia Municipal, realizada no dia 28 de junho, o Grupo Municipal do Partido Socialista cumpriu já uma das propostas da Moção ‘Continuar a Vencer no Futuro por Cabeceiras de Basto’, ao aprovar uma tomada de posição dos presidentes de todas as Juntas do concelho de Cabeceiras de Basto sobre a manutenção das freguesias.
O Partido Socialista colocou-se, assim, ao lado dos presidentes de Junta solidarizando-se com estes no que toca à Lei da reorganização administrativa territorial autárquica que implicará, no concelho de Cabeceiras de Basto, tal como proposta pelo Governo, a extinção de pelo menos quatro freguesias.
Com a aprovação desta tomada de posição na Assembleia Municipal, defendeu-se, assim, a manutenção das 17 freguesias, uma vez que num concelho predominantemente rural, o número de habitantes não deve ser determinante para a agregação, fusão ou extinção de freguesias; e as especificidades geográficas, históricas, identitárias, socioeconómicas e culturais de cada uma das freguesias devem ser respeitadas e justificar a manutenção dessas mesmas freguesias.

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