Arquivo: Edição de 27-02-2012
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SECÇÃO: Informação |
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José da Costa Oliveira dá a conhecer ‘Contos quase romances da Cabreira e seu universo’
Trata-se do quarto livro do autor que, ao longo de 300 páginas, aborda estórias, vozes e tradições de Portugal do antigamente, retratadas no seu estilo inconfundível, repleto de vivacidade, de descrições, como que de curtas-metragens se tratassem, mostrando ao leitor quadros vivos da nossa história recente. José Oliveira mostra-se neste livro bem ao estilo a que já nos habituou: descritivo, mas simultaneamente fluído, prendendo o leitor nas suas imagens, nas suas personagens, reais ou fictícias, nos seus temas e cenários, e traz recordações de outros tempos, enaltecendo muitas vezes valores como a dignidade, a honra, a coragem, a seriedade, a amizade e o amor, referiu o presidente da Câmara Municipal Eng.º Joaquim Barreto, a quem coube apresentar a obra. Esta iniciativa contou também com a presença do presidente da Assembleia Municipal, Dr. Serafim China Pereira, do presidente da Junta de Freguesia de Refojos, Francisco Alves e do vereador da Cultura, Dr. Domingos Machado. Estiveram também presentes os vereadores Francisco Pereira e Margarida Coutinho, demais autarcas, convidados, amigos e familiares que ali se deslocaram para partilhar mais um momento com o autor. No uso da palavra, os autarcas Eng.º Joaquim Barreto, Dr. China Pereira e Dr. Domingos Machado, foram unânimes em enaltecer a edição de mais um livro tendo como cenário Cabeceiras de Basto. Esta publicação, assim como outras editadas por autores locais, ajuda a conhecer melhor os usos e costumes das gentes desta terra, pertences de um passado recente que integram a nossa história social, cultural e económica. Esta iniciativa foi ainda abrilhantada com um belo momento promovido pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, que trouxe ao Auditório Municipal, sons e imagens da Cabreira e narrou um dos contos escritos pelo autor que se reporta à década de 50 do século XX, tendo como cenário a Casa da Teixeira, a criação de gado e o amor e respeito que à época se tinha pelos animais. |
