Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 21-03-2011

SECÇÃO: Opinião

Pelas mãos de minha mãezinha

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Pelas mãos de minha mãezinha
Andei nos tempos de então,
Hoje como está velhinha é ela que anda pela minha.
Faço a minha obrigação.

Quase que perdeu o tino Pobre
Mãe como mudou, que coisas há no destino eu agora é que
Lhe ensino tudo, que ela me ensinou toda a radiosa alegria
Na sua alma é defunta ela que tudo sabia e que tudo me dizia hoje tudo me pergunta.

Toda a radiosa alegria no seu coração descolhe,
Quando ela for para o Céu seja eu quem feche os olhos aquela que abriu os meus.

Maria dos Anjos

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