Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 12-07-2010

SECÇÃO: Informação

ALEXANDRE VAZ RETRACTA-SE

Em cinco artigos de opinião, publicados no Jornal “O BASTO”, em Setembro de 2008, Janeiro de 2009, Março de 2009, Julho de 2009 e Agosto de 2009, Alexandre Vaz fez afirmações atentatórias do bom-nome de Joaquim Barreto que resultaram numa queixa apresentada em Tribunal contra o articulista.
E agora Alexandre Vaz afirmou:

“Alexandre Vaz declara que, ao escrever os artigos a que intitulou “As Máscaras”, “Os 2 ícones”, “O caos”, “O árbitro, “A unanimidade e Unanimismo”, no jornal “O Basto”, não teve intenção nem pretendia ofender na sua honra e consideração o Sr. Eng. Joaquim Barreto, que desempenha funções de Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, que considera homem sério, honrado, democrata, pessoalmente respeitador de todas as pessoas e dos seus direitos.
Com tais artigos não lhe pretendia imputar nem responsabilizar como causa do medo, do parasitismo, da subsídio-dependência e da mediocridade referidas nesses artigos, pelo que o declarante Alexandre Vaz apresenta desculpas ao Sr. Eng. Joaquim Barreto e aos colaboradores da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto para o caso de alguém ter entendido o contrário”.
(declaração de Alexandre Vaz em sede de acordo judicial)

Ao longo de quase um ano, entre Setembro de 2008 e Agosto de 2009, Alexandre Vaz escreveu diversos artigos de opinião que fez publicar no Jornal “O Basto” nos quais, de forma mais ou menos clara e directa, se referiu à Câmara Municipal e a quem a dirige, associando algumas vezes fotos do edifício dos Paços do Concelho, mas referindo-se também ao povo Cabeceirense e às Instituições concelhias de uma forma que foi considerada pelo Presidente da Câmara Municipal ofensiva e atentatória do seu bom-nome. Por isso, intentou, contra o autor de tais escritos, uma acção judicial que chegou a julgamento no passado dia 24 de Junho.

Expressões como: «No entanto nesta terra impera a ignorância e a mediocridade…», ou «depois temos as múltiplas instituições de caracacá, vazias, ocas e outras de passear e de encher a barriguinha à custa do Zé Povinho(…),» ou, ainda, «Para completar o cenário há uma Instituição-Mor, o “Parasitismo”(…). Os inúmeros e as inúmeras arrivistas que pertencem a esta “Boa-Madre” levam uma vidinha regalada e despreocupada. É um fartar-vilanagem», e «Os cabeceirenses, todos, mas nem todos conseguem, ambicionam e procuram arranchar-se, perante a indolência, a indiferença, a incompetência e o bel-prazer dos senhores mandantes», justificaram a acção judicial interposta por Joaquim Barreto e que o Ministério Público considerou dever ir a julgamento.

Agora, em sede de julgamento, no passado dia 24 de Junho, Alexandre Vaz enquanto arguido prestou perante a Juíza a declaração que em cima transcrevemos e que levou o autor Joaquim Barreto a acordar com o réu aceitar os esclarecimentos que a mesma contém e a desistir da queixa apresentada. Desta forma, não houve julgamento, ficando o réu obrigado a publicar na primeira página dos dois jornais locais a referida declaração.

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