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VÂNDALOS DESTROEM CRIMINOSAMENTE BENS PÚBLICOS EM CABECEIRAS DE BASTO
Muitas vezes é assim. Deparamo-nos com a destruição malvada e criminosa de bens e espaços públicos. O esforço para que Cabeceiras de Basto disponha de equipamentos colectivos que possam ser fruídos pela população, o esforço para embelezar e tornar agradáveis e confortáveis os espaços públicos, o esforço para melhorar a qualidade de vida dos Cabeceirenses, esbarra, tantas e tantas vezes, com a atitude inqualificável, perversa, mesquinha, criminosa e lamentável de uns tantos, que acreditamos nem serão muitos, que deliberadamente roubam, destroem, borram, partem, danificam, tudo o que encontram pela frente, numa atitude de puro vandalismo.
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| As "pinturas" nas paredes exteriores e interiores (tecto) das instalações sanitárias públicas são frequentes |
Esta insurreição resulta em enorme prejuízo para o erário público. Mas pior do que os prejuízos financeiros, muito elevados como facilmente se percebe e naturalmente sempre maus, é o facto dos cidadãos ficarem privados ou limitados na utilização dos espaços ou equipamentos destruídos. As fotos que aqui reproduzimos hoje mostram o que tem acontecido nos últimos tempos. E a pergunta impõe-se: como resolver?
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| No Centro de Educação Ambiental partiram os vidros |
Vale a pena com certeza mantermo-nos atentos e, na medida das possibilidades de cada um, defender aquilo que é de todos nós. Bem sabemos que não é possível ter um polícia em cada praça, rua ou esquina, mas também às autoridades poderemos pedir que à semelhança do que fazem com o trânsito, promovam acções de fiscalização, bem pensadas e planeadas, para que os responsáveis por tais actos possam ser identificados e presentes à justiça. Se assim não for, vamos continuar a lamentar estas atitudes ignóbeis de gente cuja razão da sua própria existência tem dificuldade em justificar. Talvez se pusessem em prática a educação que receberam dos seus pais, não se divertiam a roubar, a estragar e a destruir aquilo que foi feito para proporcionar o bem-estar a todos nós.
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| No Penedo da Palha, roubaram os bancos |
Aos leitores, o meu pedido de desculpas pela forma como este texto está escrito, mas têm chegado à nossa redacção imensas fotos e imensos relatos de vandalismo. E, por vezes, é preciso abanar as consciências. Pode ser que tenha algum resultado. Assim esperamos.
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| No Poço do Frade foram várias as destruições praticadas no edifício ali existente, nomeadamente nos quartos de banho |
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| Numa das entradas do Mosteiro S. Miguel de Refojos partiram e destruíram o gradeamento em ferro |
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