Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 27-04-2009

SECÇÃO: Informação

Município de Cabeceiras de Basto
Assina protocolo com Autoridade Florestal Nacional

Em cerimónia realizada no Governo Civil de Braga, no pretérito dia 17 de Abril, o edil Cabeceirense, Engº Joaquim Barreto, procedeu à assinatura de um protocolo de gestão com a Autoridade Florestal Nacional, com o proprósito de reforçar a utilização e a valorização múltipla dos espaços florestais e de montanha e de optimizar e aproveitar as potencialidades e o alcance de medidas de prevenção e protecção da floresta contra todo o tipo de agressões.
Neste âmbito foram cedidas à Câmara Municipal para gestão vários equipamentos tais como, o Parque Urbano Florestal, as Casas de Guarda-florestal de Torneiro, Veiga, Toninha, Rabiçais, Vinha de Mouros e Moinhos de Rei, assim como, o Posto de Fomento Cinegético de Moinhos de Rei.
Por sua vez, segundo o protocolo ora assinado, a Câmara utilizará as instalações e os espaços cedidos, tendo em vista o desenvolvimento de programas, projectos e acções que tenham como finalidade a valorização e a preservação do espaço florestal, do acolhimento a grupos, a promoção e a interpretação ambiental, a animação do espaço florestal, a educação agro-florestal, bem como o desenvolvimento de iniciativas ligadas à caça, à pesca e à preservação de habitats e de espécies. Este protocolo terá uma vigência de 30 anos e poderá ser revogável por iguais períodos.
Esta cerimónia foi presidia pelo Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Ascenso Simões, que na ocasião classificou a floresta como o “nosso gasóleo verde”, que “exige um maior investimento estratégico e melhor coordenação das políticas públicas”, tendo em vista a protecção e a valorização deste importantíssimo recurso nacional, que respresenta 12 por cento do produto industrial do país e 11 por cento das exportações.
Por sua vez,o Governador Civil do Distrito de Braga, Dr. Fernando Moniz, pediu o reforço de Sapadores Florestais e uma forte aposta na formação, para responder com maior eficácia à protecção desta riqueza nacional, que é a floresta.
Em Cabeceiras de Basto, o reconhecimento da floresta como fonte de riqueza não é de agora, uma vez que há mais de uma década que são desenvolvidas acções e promovidas iniciativas tendo em vista preservar e potenciar a Floresta e os seus usos múltiplos, de forma sustentada e integrada.

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