Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 23-02-2009

SECÇÃO: Informação

Casa da Cultura apresenta
«Moinhos de Cabeceiras de Basto»

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, através da empresa Emunibasto, apresenta ao público, a partir do dia 16 de Fevereiro e até 16 de Abril de 2009, na Casa da Cultura, a exposição subordinada ao tema «Moinhos de Cabeceiras de Basto».
Trata-se de uma iniciativa que tem por base um estudo efectuado pela cabeceirense Inês Gonçalves, aquando da elaboração da Prova Final de Licenciatura em Arquitectura, alusiva ao tema «Moinhos de Cabeceiras de Basto – apontamentos de conservação», que agora partilha com o público em geral, sumatizada nesta exposição.

Moagem tradicional cabeceirense em exposição
Moagem tradicional cabeceirense em exposição
«Moinhos de Cabeceiras de Basto» pretende: revelar o espólio molinológico do concelho, resultante da realização de um levantamento de campo; retratar e caracterizar a moagem tradicional cabeceirense, as suas permanências e particularidades, os factores que intervêm na sua localização, os processos construtivos, a humanização da paisagem e as manifestações de identidade; expor um território repleto de relações e acções imateriais; dar um contributo metodológico à abordagem da salvaguarda do património no contexto rural, centrando-se no processo de revalorização, recuperação e reabilitação da herança molinológica existente.

Conhecer e preservar o património concelhio

Com este trabalho a autora, pretende chamar a atenção para a necessidade de salvaguardar a herança cultural do concelho, quer seja a mais erudita, quer seja a mais pitoresca, porque ambas retratam, a história dos lugares e as vivências das suas gentes.
De referir ainda, que esta exposição pode ser visitada de Segunda a Sexta-feira, das 9h00m às 12h30m e das 14h00m às 18h30m, naquele espaço cultural e central desta vila Cabeceirense.
Segundo informação divulgada, ao promover este tipo de iniciativas/exposições a Autarquia visa divulgar o património local, neste caso rural, e simultaneamente, sensibilizar a população para a necessidade de preservar e valorizar heranças edificadas que carregam, consigo, os usos e costumes de um povo onde a ruralidade e o amanho da terra deixou marcas que se propagaram no tempo.

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