Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 12-01-2009

SECÇÃO: Informação

«Cabeceiras de Basto: Ontem, Hoje e Amanhã» marcou 15 anos de gestão autárquica

Uma conferência/debate, no Salão Multiusos do Mercado Municipal, assinalou no dia 5 de Janeiro, quinze anos da gestão autárquica liderada pelo Engº Joaquim Barreto, que assumiu o cargo de Presidente da Câmara Municipal em 1994.
Sob o tema «Cabeceiras de Basto: Ontem, Hoje e Amanhã», autarcas e população, reuniram-se para fazer o balanço, a análise e a projecção das principais linhas de actuação traçadas para esta terra de Basto.

Os intervenientes lembraram o passado, falaram do presente
Os intervenientes lembraram o passado, falaram do presente
Dinâmica de desenvolvimento

Uma terra que na última quinzena, viu estampada uma forte dinâmica de desenvolvimento, que numa primeira fase incidiu na resolução de problemas decorrentes da inexistência da maior parte das infra-estrutras básicas, nomeadamente no que respeita ao abastecimento de água, saneamento, caminhos e estradas de ligação às vilas, freguesias e aldeias, muitas delas até então isoladas e despovoadas. Mas também, na recuperação da credibilidade e do bom nome da Autarquia com a renegociação da elevada dívida e um novo relacionamento com fornecedores, funcionários e municípes. O apetrechamento e a melhoria dos serviços municipais, uma adequada optimização dos recursos humanos e financeiros, assim como a promoção de várias iniciativas de índole sócio-cultural, dinamizando o associativismo, valorizando os produtos genuínos locais e contribuindo para o desenvolvimento cultural das populações e o crescimento acentuado das actividades comerciais e turísticas, assinalaram igualmente a primeira fase da gestão autárquica. Por sua vez, a requalificação e revitalização de espaços públicos, a construção de edifícios e de equipamentos colectivos, a recuperação de diversos edifícios de valor patrimonial e histórico, dotando-os de novas valências e colocando-os ao serviço da população, foram também, apostas efectuadas ao longo dos últimos anos. Projectos que se desenvolveram tendo em conta a aposta nas pessoas e no seu bem-estar. Foram ainda aplicadas medidas de índole social a várias franjas da população mais débeis, praticando assim uma solidariedade activa, através da dinamização de serviços capazes de dar respostas à população, tais como, os Espaços de Convívio e de Lazer, a criação do Posto Móvel de Atendimento ao Cidadão, o apoio escolar, o serviço de refeições nas cantinas, o desporto escolar, o acesso às novas tecnologias, entre outros.

Novos horizontes de modernidade

Durante esta gestão, foi traçado um rumo claro para o futuro, abrindo-se horizontes de modernidade, recuperando-se a confiança, aprofundando-se a participação democrática e reconquistando-se o orgulho de ser cabeceirense.
Foi desenvolvido um intenso trabalho nos diversos sectores de actividade e encontra-se em curso uma série de investimentos e de iniciativas estratégicas de grande importância para o progresso harmonioso e sustentado do concelho, balizados pelo mesmo rigor e exigência que têm dominado os mandatos anteriores, dando continuidade ao que ainda falta fazer em todos os sectores.

Intervenções incidiram no passado, do presente e do futuro

A conferência/debate, dividiu-se em dois painéis, sendo o primeiro uma abordagem ao «ontem e hoje» e o segundo ao «hoje e amanhã». Ex-autarcas, autarcas e cidadãos partilharam o seu testemunho sobre o caminho percorrido, as dificuldades sentidas, as mudanças efectuadas nos mais diversos sectores de actividade municipal, seja na educação, na cultura, no ordenamento, no desporto, na economia, no turismo, entre outros. Foram igualmente feitas algumas reflexões sobre o que se pretende para Cabeceiras de Basto no próximo decénio.
Tendo como moderadores os Presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, foram vários os oradores e os comentadores que ao longo da noite, abordaram este tema, a que se associaram também, alguns intervenientes do público, que na oportunidade deixaram o seu testemunho ou questionaram os interlocutores, que ao longo dos anos acompanharam e/ou foram agentes, directa ou indirectamente, do desenvolvimento no concelho.
Durante a jornada foram ainda apresentadas algumas linhas de acção para os próximos anos, tendo em conta factores demográficos, ambientais, sociais, culturais e económicos, que em breve condicionarão a forma de estar e de viver das gentes deste concelho do interior que anseia ser uma cidade ou um pólo que funcione como uma plataforma de acessibilidade não só ao Ave, como ao Tâmega e a todo o Norte de Portugal.
Vincada ficou a ideia e a vontade de continuar a trabalhar, desenvolver projectos e implementar medidas para esta terra que diariamente luta pela qualidade de vida dos seus “filhos”.

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