Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 28-07-2008

SECÇÃO: Golpe de vista

Não era preciso!

Só um profundo desequilíbrio, provocado por conflitos permanentes naqueles neurónios, pode levar algumas pessoas a dizer tanto disparate. E dizem-no sem qualquer custo, pois, falar, seja do que for, mesmo que seja dizer a maior das barbaridades, não representa para o autor nenhum problema. Ainda por cima quando se trata de gente sem qualquer responsabilidade na comunidade em que estão inseridos. São, muitas vezes, ressabiados que não encontram objectivo de vida. São, outras vezes, frustrados que não encontram outra forma de se afirmar na sociedade em que estão inseridos. E vai daí que, polindo esquinas ou rompendo cadeiras de esplanada e sofrendo ainda de alguma incontinência verbal, vomitam opinião sobre tudo e sobre nada. Enfim, um tipo de gente para a qual seria bom que todo o mundo vivesse na pré-história ou no tempo da escravatura, enquanto que eles, eles sim, “inteligentes”, “bem pensantes” e “bem falantes” também! – assim se julgam! – viveriam, nos dias de hoje, apreciando comportamentos e vivências que não lembra ao diabo.
Não era preciso!
Dizem-no à boca cheia. Não era preciso! Não era preciso uma variante ao Arco de Baúlhe!
Pois é. Dizem-no e alguns até o escrevem.
E quem são estas pessoas? São os mesmos que têm dito que não era preciso uma Biblioteca no Arco de Baúlhe. São os mesmos que têm dito que não era preciso uma Piscina no Arco de Baúlhe. São os mesmos que têm dito que não era preciso um Museu das Terras de Basto no Arco de Baúlhe. São os mesmos que têm dito que não era preciso um Centro de Emprego no Arco de Baúlhe. São os mesmos que têm dito que não eram precisos tantos outros equipamentos no Arco de Baúlhe.
E, pasme-se! Dizem ser Arcoenses!!!
Felizmente o destino da nossa terra e do nosso país não está entregue a estas pessoas. E façamos todas as preces possíveis, ao melhor dos nossos deuses, para que tal nunca venha a acontecer. Infelizmente noutras partes do mundo lá conseguiram chegar e o que todos sabemos não precisa de aqui ser relatado.
A Variante ao Arco de Baúlhe está em avançado estado de construção como estão outros equipamentos. O Centro de Emprego ou o Tribunal por exemplo.
E assim, Cabeceiras de Basto avança na senda do progresso, apesar de contos e ditos de alguns desequilibrados. O povo Cabeceirense, esse povo anónimo, esse sim, inteligente, sabe que Cabeceiras de Basto é cada vez, uma terra mais desenvolvida.
E ter que aturar os velhos do Restelo.
Ufa!
Que canseira!

A. C.

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