Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 31-08-2007

SECÇÃO: Golpe de vista

Golpe de Vista
Setembro

Aí está o mês de Setembro. Com a sua chegada entramos no último terço do ano 2007. E como diz o povo, num abrir e fechar de olhos estaremos no Natal.
Já a seguir temos as festas da Senhora dos Remédios no Arco de Baúlhe. Depois, Setembro é também o mês das Festas do Concelho, Feira e Festas de S. Miguel. É ainda o mês da Agro-Basto, Feira das Actividades Económicas de Basto, que vai já na sua trigésima primeira edição. É o mês das colheitas. É o mês do regresso ao trabalho, para aqueles que tiveram oportunidade de gozar as merecidas férias. É o mês de regresso às aulas ou mesmo do seu início para os mais pequeninos que vão pela primeira vez à escola.
Setembro é efectivamente um mês de grandes alterações na vida da maioria das pessoas. Até o Verão se despede e dá lugar ao Outono. Pelo menos no calendário é isso que acontece, porque na realidade há muito que vamos notando grandes alterações climáticas que nos levam muitas vezes a concluir que agora já não há Estações. E este Verão foi, segundo dados do Instituto de Meteorologia, o mais fresco e mais chuvoso dos últimos vinte anos.
Quanto às Festas não tenho dúvidas de que os organizadores tudo farão para proporcionar aos forasteiros programas de qualidade, aliás à semelhança do que vem acontecendo em anteriores edições. No que diz respeito à Agro-Basto, evento há muito consolidado e uma referência no panorama das feiras do Norte de Portugal, será certamente um espaço de divulgação e promoção das potencialidades locais.
No que diz respeito às colheitas espera-se que a produção possa satisfazer os agricultores. Há notícias, contudo, de que as condições atmosféricas não terão beneficiado as culturas do milho, do feijão e do vinho.
No regresso ao trabalho é importante que o stress e a ansiedade não tome conta do seu estado de espírito. Poderá sempre pensar que felizmente tem emprego, ao contrário de muitos outros que desesperam porque não sabem quando poderão alcançá-lo. Poderá sempre pensar também naqueles que não puderam gozar férias. Nessa perspectiva gozar férias terá sido um privilégio, ainda que tenha sido um direito justo e que ninguém poderá pôr em causa.
E que dizer do início do ano lectivo! No regresso às aulas as despesas das famílias aumentam exponencialmente com a compra dos livros e de todos os outros materiais escolares, mas as nossas crianças, adolescentes e jovens voltam ao convívio com o saber e o conhecimento. O importante é que todos possam aproveitar o melhor possível os ensinamentos que vão buscar à escola para que o amanhã seja melhor.
Até à próxima!

A. C.

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