Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 15-07-2007

SECÇÃO: Direito de Resposta

A Casa Rica de Parada

Porto, 10 de Julho de 2007

Exmos. Senhores:

Ao abrigo do n.º 1 e do n.º 2 do art. 24.º da Lei n.º 2/99 de 13 de Janeiro (Lei de Imprensa) conjugados com o n.º 2, alínea c) e n.º 3 do artigo 26º da mesma lei, vêm os signatários exercer o direito de resposta, relativamente ao texto publicado no jornal “Ecos de Basto”, Ano XIV, no dia 15 de Junho de 2007, na página 8, assinado pelo V/Colaborador Senhor Francisco Pereira (Benfica) sob o título “A CASA RICA DE PARADA”.
1. Após cuidada leitura do artigo acima referido, na qualidade de descendentes das pessoas aí visadas, pretendemos expressar a nossa indignação perante o carácter enganoso, leviano e maledicente de que o conteúdo do mesmo se reveste, a absoluta ausência de qualidade e veracidade do mesmo e a linguagem desrespeitosa com que o Senhor Francisco Pereira descreve os nossos familiares: Exmo. Senhor Francisco Teixeira Bastos, Exmo. Senhor António Afonso, Ex.mo Senhor Albino Alves Afonso, Exma. Senhora D. Sara Franco Villaroel, Exma. Senhora D. Belmira Franco Teixeira Bastos, Exma. Senhora D. Sara Teixeira da Silva Afonso Madureira de Oliveira, Exmo. Senhor Frederico Teixeira Afonso, Exmo. Senhor António Teixeira Afonso, Exmo. Senhor Albino Teixeira Afonso e Exma. Senhora D. Virgínia de Abreu Afonso.
2. Tal facto constitui uma ofensa à memória de pessoas, na sua maioria, já falecidas, e a sua difusão obriga-nos a tomar posição em sua defesa, uma vez que os mesmos já não o podem fazer e, obviamente, somos nós, seus descendentes, que tem legitimidade para tal.
3. Pensar e opinar através da comunicação social é um direito, mas a liberdade de expressão tem que respeitar a verdade, o direito à honra e ao bom nome que são também tutelados pela lei.
4. Prestou o jornal “Ecos de Basto” um mau serviço aos leitores ao permitir a publicação de semelhante texto, no qual o V/Colaborador Sr. Francisco Pereira tenta imiscuir-se na vida privada de uma Família, arrogando-se o direito de escrever sobre matérias que, de facto, não domina em nenhuma vertente, como é facilmente comprovável através de documentos que estão na nossa posse.
5. Reiteramos a nossa indignação pela total falta de respeito à memória de pessoas já falecidas e pela sua larga descendência viva que tem um enorme orgulho nos seus antepassados, facto que, de certo, o Sr. Francisco Pereira desconhece uma vez que nunca contactou a nossa Família para obter consentimento ou informações para escrever sobre ela.
Considerando tudo o que acima foi escrito, aguardamos que, nos termos previstos na lei, seja publicado o nosso direito de resposta na próxima edição do jornal “Ecos de Basto”.

Atentamente
José Afonso Madureira de Oliveira
Odette Teixeira Afonso
Maria Sara Afonso Oliveira
Manuela Afonso Ornelas Vasconcelos
António Afonso Madureira de Oliveira
Teresa Abreu Afonso
Albino Afonso
Fárida Afonso
Marina Prieto Afonso Lencastre
Maria Isabel Teixeira Afonso S. Allegro



Nota da Direcção

Apesar do texto publicado ser da inteira responsabilidade do nosso colaborador, Sr. Francisco Pereira (Benfica), não quer a Direcção do Jornal deixar de apresentar um pedido de desculpas aos familiares descendentes dos visados no artigo em causa, pelos motivos que os próprios acabam de expor no presente texto aqui publicado ao abrigo do direito de resposta.

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