Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 30-06-2007

SECÇÃO: Saber ao volante

Saber ao volante

Ao longo dos últimos seis meses falámos nesta rubrica sobre legislação do código da estrada e sobre comportamentos e atitudes recomendáveis para os condutores de veículos quando em circulação na via pública. Hoje terminamos esta colaboração com o jornal Ecos de Basto com uma pequena síntese dos artigos publicados desde Janeiro último.

Luzes de médios
É bom que não esqueça que os veículos estão dotados de luzes que servem para “ver e ser visto”. Nessa medida os médios tomam particular importância uma vez que têm dupla função. Deverão ser utilizados para iluminar a estrada, mas também para assinalar a presença dos veículos.

Telemóvel
Quando estamos a falar e a conduzir ao mesmo tempo a nossa atenção e concentração está dispersa. E se a conversa for ao telemóvel a atenção necessária ao exercício da condução fica diminuída consideravelmente. Esta situação aliada ao manuseamento dos teclados – liga, desliga, marca, desmarca, procura contactos, vê mensagens, etc., torna muito perigosa a condução.

Velocidade
Convém não esquecer que da correcta adequação da velocidade depende em grande medida a segurança rodoviária. Na verdade, não podemos imprimir uma velocidade ao veículo sem ter em conta as condições atmosféricas, as características e estado da via, do veículo, ou o próprio estado psico-físico do condutor.
Limites de velocidade
Porque os veículos não são todos iguais e as suas características não permitem atingir as mesmas velocidades, o legislador impôs limites máximos para as diferentes estradas para cada categoria de veículos. Assim, os limites dentro das localidades são necessariamente diferentes dos limites de velocidade nas outras estradas. Os limites para ligeiros são diversos dos limites para pesados. Cumprir os limites de velocidade é sinal de inteligência.

Pneumáticos
Escolher bons pneus, substitui-los quando apresentem lesões ou se encontram com o piso gasto e manter a pressão dos mesmos de acordo com as indicações do fabricante, deverão ser preocupações permanentes do condutor. 1,6 mm de profundidade dos desenhos do piso de rodagem dos pneus para auto-ligeiros e 1 mm para motociclos e pesados são os mínimos permitidos por lei. Esteja atento.

Paragem e Estacionamento
Se as circunstâncias da circulação ou a sinalização obrigarem a efectuar uma paragem, designa-se essa imobilização de detenção de marcha. Se pretendemos parar para receber ou largar passageiros, fazer cargas ou descargas, chama-se paragem. Todas as restantes imobilizações são consideradas estacionamentos. Há regras bem definidas para cada uma das situações.

Paragem proibida
Em muitos locais não é permitido parar, logo também não é permitido estacionar. Pelo perigo que representam ou pelo embaraço ou estorvo que provocam na normal fluidez do trânsito. Não esqueça que a sanção é sempre mais onerosa se parar num local de paragem proibida.

Estacionamento proibido
Muitas vezes o estacionamento é proibido mas a paragem é permitida. Tem a ver com a necessidade de regular e ordenar a circulação de veículos em determinadas zonas, nomeadamente para permitir breves paragens para cargas e descargas. A infracção é punida com coimas menos onerosas que as anteriores.

Condução sob a influência álcool
Hoje já ninguém tem dúvidas que conduzir e ingerir bebidas alcoólicas é incompatível. A probabilidade de sofrer um acidente com uma taxa de álcool no sangue de 0,5 g/l aumenta duas vezes, com uma taxa 0,8 g/l aumenta cinco vezes e com uma taxa entre 0,8 g/l e 1,2 g/l aumenta dezasseis vezes.

Veículos abandonados
A paisagem torna-se muito mais feia com os veículos abandonados por montes e vales do nosso país. As aldeias, as vilas, as cidades ficam desinteressantes com o estacionamento nas suas ruas ou praças de veículos que aparentam sinais evidentes de abandono. A lei prevê sanções para os seus proprietários.

O estado do condutor
Sonolência, álcool, fadiga, stress, medicamentos e drogas põem em causa a segurança rodoviária. O condutor deverá preparar-se para a condução e saber em que circunstâncias se deve abster de o fazer.

© 2005 Jornal Ecos de Basto - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital. Comentários sobre o site: webmaster@domdigital.pt.