Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 15-06-2007

SECÇÃO: Região

Assembleia Municipal Aprova Criação da Cooperativa Terra+Verde

Reuniu no passado dia 13 de Junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, sob a presidência do Dr. Serafim China Pereira. Nesta sessão ordinária deste órgão deliberativo municipal, os membros da Assembleia votaram favoravelmente – houve apenas uma abstenção, a criação de uma Cooperativa de interesse público que terá como objectivos a gestão integrada dos espaços florestais, o planeamento, ordenamento, povoamento e repovoamento florestal, a prevenção e defesa da floresta, a prevenção e combate aos incêndios florestais, a empresarialização dos bens e serviços gerados pela floresta, entre outras actividades como o recreio, o lazer, o turismo. Na oportunidade, o presidente da câmara informou os deputados que a Câmara Municipal vai subscrever 40% do capital da Cooperativa. Informou também que a Câmara convidou já um conjunto de instituições públicas e privadas a aderirem a este projecto, nomeadamente as Juntas de Freguesia, os Conselhos Directivos dos Baldios, a Direcção Geral dos Recursos Florestais, os Bombeiros e as Associações e Cooperativas ligadas ao sector. Disse também que esta estrutura empresarial, que não dependerá da autarquia porque esta não terá a maioria do capital, mas sim da assembleia dos seus cooperantes, que será uma estrutura leve e que potenciará a criação de outras empresas de prestação de serviços ligados à floresta.

A floresta, um recurso que exige mais atenção
A floresta, um recurso que exige mais atenção
A criação da Terra+Verde, Gestão Integrada da Floresta, CIPRL foi considerada por todos os grupos parlamentares como uma boa iniciativa que representa uma mais valia para o concelho.
Este foi o único ponto da agenda votado nesta reunião que começou com uma particularidade. Os membros da Coligação do PSD-CDS/PP “Por Cabeceiras” antes da ordem do dia, de certa forma confundiram o período destinado a tratar de assuntos de relevante interesse municipal com o período de apreciação e discussão da actividade municipal. Três daqueles deputados leram alguns documentos que traziam escritos, mas não foram capazes de os catalogar: não eram requerimentos, não eram moções, não eram propostas, não eram protestos. Gerou-se alguma confusão. Em todo o caso, o Presidente e o Vice-presidente da Câmara deram resposta às questões ali levantadas, tendo no entanto solicitado aos seus autores que concretizem com rigor um conjunto de suspeitas lançadas, principalmente sobre licenciamentos, o que não veio a acontecer.

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