Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto
Edição de 29-09-2014

Arquivo: Edição de 15-06-2007

SECÇÃO: Região

O que eles disseram

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A professora Maurea Almeida, da EB 1 de Redundo, Monte Córdova, Santo Tirso, acompanhava os alunos à sua guarda na Escola Fixa de Trânsito, quando lhe pedimos o seu depoimento para a reportagem do Ecos de Basto.
«Estamos aqui a fazer uma visita de estudo de final de ano escolar. E posso dizer-lhe que estamos admirados com as ofertas que Cabeceiras possui. Todos nós estamos a gostar deste passeio e, sobretudo, desta linda terra».

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Diana Isabel, com 11 anos, a frequentar o 4º ano da escola atrás referida, encantada com o que via à sua volta, atirou de pronto: «Cabeceiras de Basto é muito encantadora e tem coisas de interesse, boas para brincar. Ainda vamos a mais três sítios que são o Centro Ambiental, o Museu das Terras de Basto e o Centro Hípico. Estou a gostar muito e nunca mais vou esquecer esta visita».

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Rafael Brandão, de 7 anos, a frequentar o 2º ano daquele mesmo estabelecimento de ensino, não quis ficar atrás da sua colega logo interrompendo para dizer: «Estou a andar neste veículo a pedal da Escola de Trânsito para aprender a circular e a conhecer os sinais. É fixe. Não conhecia Cabeceiras mas estou a gostar de aqui estar. É tudo muito bonito».

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Fernando Lopes é professor da EB 1 do Eirado, Amares, conduzia o seu grupo de alunos no Centro de Educação Ambiental onde não se cansava de explicar aos jovens as características e os nomes dos animais que ali habitam. Depois de apreciarem em pormenor os javalis e algumas das suas crias ainda bébés, fizeram um intervalo para o lanche. Instado pelo jornal respondeu:
«Promovemos esta visita para conhecer estes locais magníficos de Cabeceiras de Basto dos quais tínhamos boas referências de outros colegas que já cá estiveram. E não hajam dúvidas, este espaço do Centro de Educação Ambiental está bonito e muito bem tratado. Acho que é importante para os jovens verem estes recursos naturais».

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Hugo Domingues, daquela escola de Amares, com 7 anos, no 2º ano, referiu: «Nunca tinha visto uma coisa assim tão bonita e agradável. Estou curioso por ver os animais. As raposas, os veados, os patos e também os javalis pequeninos. Depois quero ver os cavalos».

Da Escola do Cerco, da cidade do Porto, um outro grupo de centenas de alunos veio também a Cabeceiras de Basto à procura de ver aquilo que não existe nas cidades. Fomos ao seu encontro no Museu das Terras de Basto, no Arco de Baúlhe, outro dos locais que faz parte do roteiro de visitas turísticas e escolares organizadas pela Câmara Municipal.

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Uma das docentes que integrava a numerosa “embaixada”, Célia Seixas, deixou-nos o seguinte depoimento:
«Estamos na visita de final de ano da escola e escolhemos Cabeceiras porque a nossa coordenadora descobriu que estas terras possuem espaços e equipamentos muito interessantes para serem visitados. Estamos a gostar bastante e esperamos ainda apreciar os outros locais que vamos visitar depois do almoço».

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Andreia Fernanda, do Porto, aluna daquela escola, no 4º ano, com 10 anos, eufórica pela cativante jornada, sublinhou ao nosso jornal: «Estou muito feliz por ter visto os comboios antigos, as carruagens e os utensílios que se encontram expostos no Museu. Isto é tudo muito bonito. Eu e os meus colegas nunca tínhamos visto coisas assim tão interessantes. Espero agora, quando sair daqui, apreciar também o Centro Hípico e os cavalos».

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