Ecos de Basto

Imprimido em 14-04-2019 04:46:47
Jornal Ecos de Basto
Edição de 29-09-2014
Versão original em: http://www.ecosdebasto.com/index.asp?idEdicao=231&id=9148&idSeccao=2546&Action=noticia

SECÇÃO: Informação

Feira de S. Miguel

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Alvite e Passos: As damas da corte
‘Usos e costumes da época manuelina’ desfilaram em Cortejo Etnográfico
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Basto: O ferreiro
Milhares de pessoas assistiram no dia 21 de setembro, ao magnífico cortejo etnográfico que percorreu as principais ruas da vila de Cabeceiras de Basto. Dezenas de viaturas e muitas pessoas provindas de praticamente todas as freguesias apresentaram os usos e os costumes mais genuínos desta terra de Basto, desta feita sob o tema ‘Usos e costumes da época manuelina’. Assinalando desta forma, os 500 Anos da atribuição do Foral Manuelino ao concelho.
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Bucos: A lã e o Jogo do Pau
Reflexo do trabalho de uma vasta equipa - constituída pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, pelas Juntas de Freguesia, responsáveis pela Comissão de Festas, associações, entre outros – o cortejo etnográfico envolveu nos últimos meses autarquias, coletividades locais, e públicos de diferentes idades que após a escolha do tema que no seu entender melhor identificassem cada uma das localidades ‘meteram mãos à obra’.
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Faia: As cerejas
Apresentando outros olhares sobre o património concelhio, o cortejo exibiu quadros cénicos representativos das profissões, do património edificado e natural, das atividades agrícolas e outros painéis alusivos ao artesanato, ao folclore e às tradições, enquadrados na época manuelina. Estiveram representadas as diversas freguesias com temas como: ‘500 Anos do Foral de Abadim - Abadim; ‘As damas da corte’ da União de Freguesias de Alvite e Passos; ‘O ferreiro’ de Basto; ‘A lã’ de Bucos; ‘A vezeira’ de Cabeceiras de Basto - S. Nicolau; ‘O S. Bartolomeu’ de Cavez; ‘As cerejas’ da Faia; ‘A Arte de colmar’ da União de Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas; ‘O Mercado e Feira Quinhentista’ da União de Freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela; ‘O pedreiro’ de Pedraça e ‘Os cemitérios e a taberna’ de Riodouro. Usos e costumes de outrora, produtos e potencialidade locais, foram assim, exaltados neste cortejo que anualmente, tem como objetivo promover e divulgar a cultura popular e etnográfica desta terra de Basto.
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Gondiães e Vilar de Cunhas: A arte de colmar
De referir que centenas de pessoas foram ao longo dos últimos meses mobilizadas para construir e ornamentar os carros alegóricos, bem como participar nos mesmos, dando corpo a um cortejo renovador onde a criatividade, a inovação no tratamento dos temas apresentados surpreenderam o público que se posicionou ao longo do trajeto.
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Refojos, Outeiro e Painzela: O mercado e Feira Quinhentista
Este cortejo etnográfico, marcado por uma forte componente cénica, emerge também de um trabalho de transformação cultural que tem sido levado a cabo no concelho, com a criação e dinamização do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto. Uma iniciativa que tem vindo a agregar diversos agentes e população local em torno de oficinas de teatro, que tem registado o agrado e grande adesão por parte de crianças, jovens, adultos e idosos, onde to-dos podem participar e dar o seu contributo.
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Riodouro: Os cemitérios e a taberna
Esta iniciativa foi organizada pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto em parceria com as diversas autarquias e entidades que deram corpo ao Cortejo.
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Cabeceiras de Basto (S. Nicolau): A vezeira

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Cavez: O S. Bartolomeu

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Abadim: 500 anos do Foral de Abadim

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Pedraça: O pedreiro


















































































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